Simplificando o Docker — parte 4

Chegamos a parte final. Dá para falar mais coisa, encher linguiça, mas aí o “simplificando” perde o sentido. Esta parte será curta porque… porque foi simples fazer.

Eu estou com as imagens que criamos nos passos 1, 2 e 3. Chamei de servidor2 e cliente2, bem, porque fiz 900.000 testes e acabei tendo que chamar de xxxx2.

Crie um arquivo chamado de docker-compose.yml com o conteúdo abaixo:

version: ‘3’

services:

##############

# Consumidor #

#############

consumidor:

image: consumidor2

ports:

- 9002:80

#############

# Servidor #

#############

servidor:

image: servidor2

ports:

- 9000:80

Simples o básico né? Mas colocamos a porta e não especificamos no Dockerfile. Bem, conforme eu entendi do que conversei com meu guru espiritual (corrija-me se eu estiver errado), o Dockerfile é a receita para construir a imagem (“classe”) e no docker-compose.yml colocamos coisas que usaríamos para um “[sudo] docker run” (criação do container ou objeto). Então passa a ter sentido, não?

Vamos executar o comando abaixo no mesmo diretório do “docker-compose.yml”:

> sudo docker-compose up

Eu já tinha construído (“buildado”) as imagens. Então só faltava o “sudo docker run” ou usar o Docker Compose.

O resultado foi “ok”. No servidor o resultado foi:

E no cliente:

E o que mais? Bem, nada, só isto. Espero que este conteúdo seja relevante para ti. Até mais! “Na parte 5…”. Brincadeira, agora acabou.

Programador do CAC/COE da Riachuelo

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